O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a China emitiram nesta terça-feira (13) uma declaração conjunta, firmando um compromisso contra o protecionismo, em clara alusão às tarifas dos Estados Unidos. A assinatura do documento ocorreu durante a reunião bilateral entre Lula e o presidente chinês Xi Jinping (Pcch).
Aprofundando os laços bilaterais, Brasil e China não apenas criticaram o protecionismo, mas também expressaram o desejo de fortalecer suas relações nos âmbitos comercial, diplomático e cultural.
Ambas as nações enfatizaram a relevância da colaboração entre países do Sul Global, defenderam mudanças na estrutura da ONU e reiteraram o apoio do Brasil ao princípio de Uma Só China, reconhecendo Taiwan como parte integrante do território chinês.
No campo econômico, os líderes comemoraram os progressos nas alianças estratégicas, citando a articulação da Iniciativa Cinturão e Rota com programas brasileiros como o Novo PAC e a Nova Indústria Brasil. No plano cultural, confirmaram a realização do Ano Cultural Brasil-China em 2026, com o objetivo de promover o diálogo entre as civilizações e destacar valores compartilhados.








