Com a mudança, as tradicionais e populares “gotinhas” foram oficialmente aposentadas e deixaram de fazer parte do calendário de vacinação infantil brasileiro em novembro do ano passado. Não se trata, portanto, de uma nova dose, mas de um novo esquema vacinal para promover a imunização contra a pólio.
Reforço vacinal aos 15 meses também passa a ser injetável; substituição da dose oral pela injetável tem o aval da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização.

Conforme o Ministério da Saúde, a alteração se baseia em evidências científicas e recomendações internacionais. Isso porque a vacina oral poliomielite (VOP) contém o vírus enfraquecido e, quando utilizada em meio a condições sanitárias ruins, pode levar a casos da doença derivados da vacina.
A substituição da dose oral pela injetável tem o aval da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização e é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).








