domingo, novembro 8, 2026
Rota Norte Notiícias
  • HOME
  • Últimas Notícias
  • Política
    Goiana se torna a primeira quilombola aprovada em concurso para diplomata

    Goiana se torna a primeira quilombola aprovada em concurso para diplomata

    Homem venezuelano é preso perto da Casa Branca após fazer ameaças a Trump

    Homem venezuelano é preso perto da Casa Branca após fazer ameaças a Trump

    Líder de seita é condenado a 200 anos de prisão pela morte de 190 crianças

    Líder de seita é condenado a 200 anos de prisão pela morte de 190 crianças

    Vitória democrata impõe novos limites à política externa de Donald Trump

    Vitória democrata impõe novos limites à política externa de Donald Trump

  • Segurança
    Homens sofrem fraturas e ferimentos graves após agressões com pedaços de madeira em Rio Branco

    Homens sofrem fraturas e ferimentos graves após agressões com pedaços de madeira em Rio Branco

    Polícia Civil prende articulador do feminicídio da médica Elyne Nogueira na zona rural de Brasiléia

    Polícia Civil prende articulador do feminicídio da médica Elyne Nogueira na zona rural de Brasiléia

    Carga de goma e massa para biscoito escondia 15 quilos de cocaína no Acre

    Carga de goma e massa para biscoito escondia 15 quilos de cocaína no Acre

    BRASILÉIA: Jovem de 24 anos é perseguido e executado com tiro fatal na divisa entre os bairros Leonardo Barbosa e Samaúma

    BRASILÉIA: Jovem de 24 anos é perseguido e executado com tiro fatal na divisa entre os bairros Leonardo Barbosa e Samaúma

  • Empregos e Concursos
  • Mundo
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • HOME
  • Últimas Notícias
  • Política
    Goiana se torna a primeira quilombola aprovada em concurso para diplomata

    Goiana se torna a primeira quilombola aprovada em concurso para diplomata

    Homem venezuelano é preso perto da Casa Branca após fazer ameaças a Trump

    Homem venezuelano é preso perto da Casa Branca após fazer ameaças a Trump

    Líder de seita é condenado a 200 anos de prisão pela morte de 190 crianças

    Líder de seita é condenado a 200 anos de prisão pela morte de 190 crianças

    Vitória democrata impõe novos limites à política externa de Donald Trump

    Vitória democrata impõe novos limites à política externa de Donald Trump

  • Segurança
    Homens sofrem fraturas e ferimentos graves após agressões com pedaços de madeira em Rio Branco

    Homens sofrem fraturas e ferimentos graves após agressões com pedaços de madeira em Rio Branco

    Polícia Civil prende articulador do feminicídio da médica Elyne Nogueira na zona rural de Brasiléia

    Polícia Civil prende articulador do feminicídio da médica Elyne Nogueira na zona rural de Brasiléia

    Carga de goma e massa para biscoito escondia 15 quilos de cocaína no Acre

    Carga de goma e massa para biscoito escondia 15 quilos de cocaína no Acre

    BRASILÉIA: Jovem de 24 anos é perseguido e executado com tiro fatal na divisa entre os bairros Leonardo Barbosa e Samaúma

    BRASILÉIA: Jovem de 24 anos é perseguido e executado com tiro fatal na divisa entre os bairros Leonardo Barbosa e Samaúma

  • Empregos e Concursos
  • Mundo
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Rota Norte Notiícias
Nenhum resultado
Ver todos os resultados

“Rasgaram minha filha com as mãos”: mãe denuncia violência obstétrica em parto da filha na Maternidade

Rota Norte Notícias Por Rota Norte Notícias
Fonte: CM7 BRASIL
16/10/2025
em Segurança
“Rasgaram minha filha com as mãos”: mãe denuncia violência obstétrica em parto da filha na Maternidade
Um grito de dor que ecoa para além da sala de parto. É assim que Marcieila de Souza Soares descreve a experiência de sua filha, Stefanny Soares Xavier, em um parto de emergência na Maternidade Balbina Mestrinho, em Manaus.
A mãe formalizou uma grave denúncia por violência obstétrica, acusando a equipe médica de praticar um procedimento cruel e negligente no dia 3 de outubro de 2025.
O caso já é objeto de investigação policial, após registro de Boletim de Ocorrência no 1° Distrito Integrado de Polícia, e também foi protocolado na ouvidoria da unidade de saúde.
Denúncia O que deveria ser um momento de celebração pela chegada de uma nova vida transformou-se em um relato de trauma e angústia.
De acordo com o relato da mãe, que acompanhou todo o procedimento, a filha deu entrada na maternidade no dia 30 de setembro, com fortes contrações.
Apesar de um histórico de parto prematuro, o primeiro médico que a atendeu teria classificado as dores como “cólica normal da gravidez”.
Somente após a avaliação de outras profissionais, que constataram 2 cm de dilatação, Stefanny foi internada por trabalho de parto prematuro. Ou seja, três dias de espera. O maior sofrimento ocorreu na sala de cirurgia.
A situação, segundo a denunciante, tornou-se ainda mais brutal. “Ao invés de usarem a pinça, eles ‘rasgaram’ minha filha com as próprias mãos”, descreve Marcieila.
O Boletim de Ocorrência corrobora a denúncia, afirmando que a mãe presenciou os obstetras “arregaçando a região abdominal da paciente, que gritava de dor de forma extrema, sendo necessário que os médicos segurassem suas pernas”. Em meio ao procedimento, Stefanny chegou a desmaiar.
Marcieila conta que, durante a cesariana de emergência, a anestesia não fez efeito e Stefanny gritava de dor. Ela afirma ter implorado para que os médicos, identificados por ela como Cornélio, Elias e Inácio, aplicassem uma anestesia geral, mas o pedido foi negado sob a justificativa de que outros sedativos já haviam sido administrados e que as reações da paciente seriam “pensamentos involuntários” e “alucinações” por ansiedade.
“Quando implorei por anestesia geral para que minha filha parasse de gritar, os médicos ignoraram meu pedido.
Eles pegaram a incisão que haviam feito para retirar o bebê e, sem usar qualquer instrumento como uma pinça, um médico puxou a carne dela com as mãos, de um lado e do outro.
Isso fez com que o tecido rasgasse ainda mais. Minha filha gritava e se debatia de dor. Duas enfermeiras a seguravam, uma em cada perna, enquanto eu, desesperada, gritava para que parassem a cirurgia, pedindo que dessem algum sedativo para aliviar o sofrimento dela.
Era evidente que ela estava sentindo tudo.Mesmo assim, eles não pararam. Não tiveram a mínima decência de fazer algo para amenizar a dor da minha filha. Ela foi cortada e dilacerada viva, sem nenhum sedativo. Eu tremia, passando mal, e continuava implorando para que parassem, para que dessem algo a ela.
Eles disseram que não dariam mais nada porque já haviam aplicado anestesia, mas seguiram com o procedimento. Retiraram o bebê, que estava roxo. A pediatra entrou, fez as manobras necessárias, e o bebê, que estava arroxeado, se recuperou.
Ela disse que ele estava bem. Enquanto isso, minha filha continuava gritando, e eu seguia pedindo, em vão, para que parassem. Eu estava tão abalada que comecei a passar mal”, conta a avó da criança.
Após a cirurgia, as consequências do trauma se estenderam. Stefanny passou quase seis dias com dores intensas que a impediam de levantar da cama e chegou a desmaiar, necessitando de glicose e soro.
Agora, a família aguarda a alta médica da mãe e do bebê para ter acesso ao prontuário completo e dar andamento às medidas legais.
  • HOME
  • Últimas Notícias
  • Política
  • Segurança
  • Empregos e Concursos
  • Mundo
Fale Conosco:
contato@rotanortenoticias.com.br

© 2025 - Rota Norte Notícias

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • HOME
  • Últimas Notícias
  • Política
  • Segurança
  • Empregos e Concursos
  • Mundo

© 2025 - Rota Norte Notícias

Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta abaixo.

Esqueceu sua senha?

Recupere sua senha

Por favor, insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Conecte-se

Add New Playlist

Share with

Twitter/XPinterestRedditMastodonThreadsEmailPrintFlipboardFlipboardHacker NewsLineWeChatSnapchatMixMixPocketGoogle MessagesSMSTumblrTumblrXingXINGVKVKontakteBufferBufferYummlyNextdoorGrocyGabFacebookWhatsAppLinkedInTelegramMessengerBluesky