Um homicídio foi registrado no complexo prisional Dr. Francisco de Oliveira Conde (FOC), em Rio Branco, na noite deste sábado (15). O detento Marcelo Ferreira da Cunha, de 33 anos, foi assassinado com múltiplas perfurações de “estoque” (arma artesanal). O crime ocorreu na cela 117 do pavilhão B, que, segundo informações preliminares, a vítima dividia com outros cinco reeducandos.
Após o ocorrido, Policiais Penais que estavam de plantão na unidade isolaram a cela e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A ambulância 01, de suporte avançado, foi enviada ao local, mas a equipe de socorro apenas pôde constatar o óbito do detento.
De acordo com o Dr. Lucas, médico plantonista da unidade avançada do Samu, a vítima apresentava múltiplas perfurações, concentradas principalmente nas regiões do tórax e abdômen.
Equipes da Polícia Civil, através da Equipe de Pronto Emprego (EPE), e da Polícia Técnico Científica (DPTC) foram ao presídio. Após os trabalhos periciais, o corpo foi removido ao Instituto Médico Legal (IML). Os detentos que dividiam a cela com a vítima foram encaminhados à Delegacia Central de Flagrantes (DEFLA) para prestar esclarecimentos. A Polícia Civil investigará a autoria e a motivação do assassinato.
Opção 2 (Foco na resposta policial e médica)
A noite de sábado (15) foi marcada por um assassinato dentro do complexo prisional Francisco de Oliveira Conde (FOC), em Rio Branco. Policiais Penais da unidade acionaram o Samu após um detento ser encontrado gravemente ferido na cela 117 do pavilhão B.
Uma ambulância de suporte avançado (01) compareceu ao local, mas os paramédicos apenas puderam atestar o óbito de Marcelo Ferreira da Cunha, de 33 anos. Segundo o médico Dr. Lucas, do Samu, o detento foi morto por múltiplos golpes de “estoque” (arma perfurante improvisada), que atingiram majoritariamente o tórax e o abdômen.
Informações extraoficiais indicam que Marcelo dividia a cela com outros cinco presos no momento do homicídio.
A Equipe de Pronto Emprego (EPE) da Polícia Civil foi à unidade prisional para iniciar a apuração dos fatos. O corpo da vítima passou por perícia do Departamento de Polícia Técnico Científico (DPTC) antes de ser recolhido ao Instituto Médico Legal (IML). Os companheiros de cela do detento foram conduzidos à Delegacia Central de Flagrantes (DEFLA) para depoimento, enquanto o caso segue sob investigação.








