Guilherme Almeida Marques, condenado a 13 anos e 6 meses de prisão por participação na trama de golpe, se apresentou nesta segunda-feira (29) à PF (Polícia Federal), em Goiânia (GO), para o cumprimento de prisão domiciliar.
A medida foi determinada no último sábado (27) pelo ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal no STF (Supremo Tribunal Federal).
A decisão de decretar a prisão domiciliar de dez condenados pelo plano de golpe foi tomada após o ex-diretor da PRF (Polícia Rodoviária Federal) Silvinei Vasques ser preso no Paraguai, quando tentava embarcar para El Salvador depois de ter rompido a tornozeleira eletrônica.
Almeida Marques estava na Bahia e avisou que retornaria para sua residência para o cumprimento da decisão judicial.
Assim como os demais alvos, o tenente-coronel terá de usar tornozeleira eletrônica e está proibido de usar redes sociais, manter contato com outros investigados e receber visitas. Ele também deverá entregar o seu passaporte.
Ao impor as medidas aos condenados da trama do golpe, Moraes citou o caso de Silvinei e a fuga do ex-deputado e ex-chefe da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) Alexandre Ramagem para os Estados Unidos.








