Na noite do dia 8 de outubro, Rio Branco, a capital do Acre, foi palco de dois atentados armados que resultaram em quatro pessoas feridas, incluindo um bebê de apenas 1 ano e 4 meses, que sofreu uma grave lesão na cabeça. O ocorrido gerou intensa preocupação e pânico entre os moradores da região.
Detalhes dos Ataques
Os atentados ocorreram em sequência e são atribuídos a membros de uma facção criminosa rival. O primeiro incidente aconteceu na Travessa do Pescador, no bairro Belo Jardim. Nesse local, um carro Ford Fiesta vermelho se aproximou de um grupo de jovens que estava em frente ao Alves Club, onde um evento festivo estava acontecendo.
Os disparos resultaram em ferimentos em William Inácio de Souza, de 18 anos, que foi atingido no pé esquerdo, e em um adolescente de 17 anos, que levou um tiro no braço direito.
Na sequência, os mesmos indivíduos se dirigiram à Travessa Mateus, no bairro Santa Inês. Durante essa ação, os atiradores dispararam contra uma mulher que empurrava um carrinho de bebê. O bebê foi gravemente ferido na cabeça, e um adolescente de 14 anos presente no local também foi ferido, recebendo impactos no glúteo e na panturrilha.
Consequências e Respostas
As vítimas foram inicialmente socorridas por populares e levadas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Segundo Distrito, onde receberam os primeiros cuidados. Após a estabilização do estado de saúde, todos foram transferidos para o Pronto-Socorro de Rio Branco.
O quadro clínico do bebê e do adolescente de 14 anos é crítico, enquanto os outros dois feridos estão em estado estável.
A Polícia Militar, através do 2º Batalhão, isolou as áreas dos crimes para a realização de perícias e iniciaram buscas pelos suspeitos, que permanecem foragidos. A investigação está a cargo da Polícia Civil, especificamente pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que está apurando todos os detalhes dos atentados.
“Guerra entre facções criminosas”
Este trágico incidente evidencia a grave questão da violência armada e a influência de organizações criminosas em áreas urbanas. A proteção de civis, especialmente de crianças, continua sendo uma preocupação central para as autoridades e a sociedade como um todo. A investigação em andamento se torna fundamental para esclarecer os responsáveis e prevenir novos episódios de violência.











