O delegado da Polícia Civil de Goiás Alexandre Bruno de Barros (foto em destaque), o escrivão Sílvio Pereira de Macedo e o agente Antônio Gomes de Assis Sobrinho foram afastados das funções por 90 dias por determinação da Justiça. Os três são investigados em um inquérito que apura o suposto desvio de cargas de vergalhões — barras de aço utilizadas na construção civil — avaliadas em R$ 1,4 milhão.
A decisão foi proferida pelo 1º Juízo das Garantias de Goiânia, que determinou o afastamento cautelar dos servidores no âmbito da investigação sobre um suposto esquema de desvio e venda clandestina de cargas e veículos apreendidos pela Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas (DECAR).
Além do afastamento, a Justiça determinou o recolhimento das armas, dos distintivos e das carteiras funcionais dos investigados, bem como o bloqueio de seus acessos aos sistemas da Polícia Civil.
Eles também estão proibidos de frequentar repartições policiais durante o período da medida. O afastamento tem prazo inicial de 90 dias e não implica suspensão da remuneração dos servidores.
Além do afastamento, a Justiça determinou o recolhimento das armas, dos distintivos e das carteiras funcionais dos investigados, bem como o bloqueio de seus acessos aos sistemas da Polícia Civil.
Eles também estão proibidos de frequentar repartições policiais durante o período da medida. O afastamento tem prazo inicial de 90 dias e não implica suspensão da remuneração dos servidores.











