Na manhã de segunda-feira (25), o Tribunal do Júri da 1ª Vara Criminal de Rio Branco condenou Alexsander Pereira de Souza, conhecido como “Mucurão”, e Alisson Batista Alves, apelidado de “Pinóquio”. Somadas, as penas ultrapassam meio século de prisão.
Os réus foram considerados responsáveis pelo assassinato de João Luiz de Aguiar Cunha, o “Lorim”, ocorrido em 2 de agosto de 2020. A vítima foi morta dentro de casa, na Rua Juscelino Kubitschek, bairro Recanto dos Buritis, no Segundo Distrito da capital acreana.
Segundo a acusação do Ministério Público, a dupla invadiu a residência e efetuou diversos disparos contra João Luiz, a maioria a curta distância. As apurações indicaram que a execução foi ordenada por integrantes de facção criminosa, como parte de uma disputa territorial.
Conforme revelado no processo, o chamado “tribunal do crime” teria decretado a morte de João Luiz pelo simples fato de ele viver em uma região controlada por grupo rival.
Na decisão, Alexsander recebeu a maior condenação: 30 anos de prisão em regime fechado. Já Alisson foi sentenciado a 21 anos. A defesa dos condenados ainda pode recorrer.








