Na manhã de segunda-feira, dia 7, um trágico incidente ocorreu na Escola Estadual de Ensino Fundamental Maria Raimundo Balbino, localizada no bairro Palheiral, onde o vigilante Raimundo de Assis de Souza Filho, de 52 anos, foi morto durante uma troca de tiros com um assaltante. Raimundo era um Policial Militar da Reserva do Acre, o que tornava sua presença e atuação no local ainda mais significativa.
De acordo com informações fornecidas por peritos do Instituto Médico Legal (IML), o vigilante foi atingido por quatro disparos no pescoço e três nas costas. Apesar de estar utilizando um colete à prova de balas, os projéteis conseguiram ultrapassar a proteção, não atingindo a placa balística, o que destaca a ferocidade do ataque.
Infelizmente, vigilantes armados têm se tornado alvos frequentes de criminosos, que muitas vezes buscam não apenas realizar assaltos, mas também se apoderar das armas dos vigilantes. Este tipo de ataque é alarmante, pois ocorre independentemente de os vigilantes reagirem ou não, e em muitas situações, o resultado é fatal.
No caso específico de Raimundo, chamou a atenção o fato de que a arma utilizada pelos assaltantes, 9 milímetros possuía um poder de fogo superior ao da utilizada pelo vigilante. Além disso, essa arma é de uso restrito das forças de segurança, o que suscita a hipótese de que ela foi roubada ou furtada anteriormente de um agente de segurança pública.
A perda de Raimundo não é apenas uma tragédia pessoal, mas também um alerta sobre as realidades sombrias da violência armada e o impacto que ela tem na sociedade.







