O advogado Aluísio Veras de Almeida Neto, de 42 anos, permanecerá detido após ter a prisão em flagrante transformada em prisão preventiva durante audiência de custódia realizada nesta terça-feira (17), na Cidade da Justiça.
A decisão foi tomada pelo Judiciário após a análise das circunstâncias do caso, entendendo que a manutenção da liberdade do investigado poderia representar risco, não sendo consideradas suficientes outras medidas cautelares.
Aluísio já responde a denúncia do Ministério Público do Acre (MP-AC) pela morte de David Weverton Matos Araújo, de 31 anos. Conforme a acusação, a vítima sofreu um golpe na cabeça que resultou em traumatismo craniano. O fato ocorreu na madrugada de 14 de julho de 2025, em um motel localizado em Rio Branco. Em razão desse processo, o advogado utilizava tornozeleira eletrônica e era monitorado pela Justiça.
Na manhã da última segunda-feira (16), ele voltou a se envolver em uma ocorrência no mesmo estabelecimento onde o crime anterior foi registrado.
De acordo com a Polícia Militar, o advogado foi preso em flagrante sob a suspeita de manter um jovem peruano, de 18 anos, em cárcere privado, além de tentar cometer abuso sexual.
Após a decisão judicial que determinou a prisão preventiva, Aluísio foi conduzido ao Complexo Penitenciário Dr. Francisco de Oliveira Conde (FOC), onde permanecerá à disposição da Justiça até o andamento do processo.
Matéria relacionada
Advogado com tornozeleira é detido após suposto cárcere em motel de Rio Branco







