Durante patrulhamento de rotina na Estrada do Calafate, a equipe Charlie da Companhia GIRO (BOPE) interceptou um VW Polo branco após notar que a passageira não utilizava o cinto de segurança. O que seria uma abordagem de orientação de trânsito revelou-se a captura de uma criminosa procurada.
Ao ser questionada, a mulher tentou enganar os policiais fornecendo um nome falso. No entanto, a experiência dos militares e o apoio imediato dos investigadores da DHPP confirmaram a real identidade: Amanda de Lima Moura, de 27 anos. Contra ela, havia um mandado de prisão preventiva pelo crime de homicídio (Art. 121).
O Crime
Amanda é apontada como uma das nove executoras de Kesia Nascimento da Silva, de 20 anos, em janeiro de 2020. A vítima foi morta e esquartejada por motivos de rivalidade entre facções, tendo seu corpo lançado no Rio Acre. O crime chocou a capital pela crueldade: a execução teria sido transmitida via videoconferência para mandantes em São Paulo.
A detida foi encaminhada à DEFLA e seguirá para o complexo prisional feminino.







