Em uma ação rápida e coordenada, as forças de segurança de Rio Branco prenderam sete pessoas — seis homens e uma mulher — envolvidas no sequestro e execução de Tardis Harife Soares Barros, de 26 anos. O crime ocorreu na noite da última quinta-feira (30), e a principal linha de investigação aponta para um acerto de contas entre facções criminosas rivais.
Sequestro e Execução
A ação criminosa começou na Rua Florindo Poersh, no bairro Cidade do Povo. Criminosos armados invadiram a residência, renderam uma mulher e roubaram seu veículo, um Peugeot sedan de cor chumbo. Com o carro, a quadrilha sequestrou Tarsis e o levou para o Ramal do Brás, no bairro Belo Jardim II. Lá, ele foi executado com tiros na cabeça e nas costas.

Cárcere Privado e Cerco Policial
Enquanto parte da quadrilha levava Tarsis para a execução, outros membros mantiveram a proprietária do veículo refém em um imóvel na Cidade do Povo. No entanto, a Polícia Militar agiu rapidamente e iniciou uma operação para cercar a região do Ramal do Brás. O Batalhão de Operações Especiais (Bope), a Rotam e a Força Tática do 2º Batalhão foram mobilizados.

O veículo usado no crime foi interceptado pelo Bope. Dentro do carro, os policiais encontraram os ocupantes e apreenderam duas armas municiadas — uma pistola e uma garrucha — que teriam sido usadas na execução de Tardis. Ao mesmo tempo, a Força Tática localizou o imóvel onde a proprietária do Peugeot estava sendo mantida em cárcere privado. O local foi cercado e os envolvidos foram detidos.
Os sete suspeitos foram encaminhados à Delegacia de Flagrantes, juntamente com as armas e o veículo recuperado. O corpo de Tardis foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML) e a perícia foi realizada pelo Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC). A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) está conduzindo a investigação para apurar todos os detalhes do crime e identificar possíveis mandantes.

A rápida resposta das forças de segurança foi fundamental para a prisão da quadrilha e a libertação da refém. O cerco policial no Ramal do Brás e a localização do cativeiro na Cidade do Povo demonstram a eficiência da atuação conjunta entre as diferentes unidades da Polícia Militar. A investigação agora deve focar em desmantelar a facção criminosa envolvida e garantir que os responsáveis pelo crime sejam punidos.











