Rio Branco foi palco de um ataque a tiros brutal na noite de segunda feira,7, que tirou a vida de um jovem e deixou um adolescente gravemente ferido na Rua 16 de Outubro, no Segundo Distrito.
Geovando Ponciano da Silva Furtado, de 18 anos, foi a vítima fatal. Ele foi alvejado por, pelo menos, sete disparos no tórax, braços e perna, vindo a óbito no local.
Além de Geovando, um adolescente de 17 anos, identificado apenas pelas iniciais J.V. da S.B., também foi atingido. Ele sofreu cinco perfurações por projéteis no abdômen, braço, costas e supercílio, e seu estado de saúde é gravíssimo.
Testemunhas contaram que um veículo prata parou em frente a um quarteirão, de onde dois indivíduos desceram. Eles se dirigiram a uma residência nos fundos, onde Geovando e o adolescente estavam.
Os agressores, então, sacaram armas e efetuaram mais de 20 disparos contra as vítimas, fugindo em seguida para um destino desconhecido. O barulho dos tiros causou pânico generalizado entre os habitantes.
As vítimas foram encontradas caídas no chão da casa. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, e uma ambulância de suporte avançado rapidamente chegou ao local. Geovando teve morte instantânea, enquanto J.V. da S.B. recebeu os primeiros socorros e foi levado em estado gravíssimo para o Pronto Socorro de Rio Branco.
A Polícia Militar, com equipes do 2º Batalhão e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), prontamente isolou a área para preservar a cena do crime e iniciar a coleta de informações.
A polícia indicou que a localidade é reconhecida como ponto de tráfico de drogas, sugerindo que o crime pode estar ligado a disputas entre facções.
Policiais civis da Equipe de Pronto Emprego (EPE) e do Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC) também estiveram presentes para os levantamentos iniciais. Mais de 20 cápsulas de pistolas calibre 9mm e .380 foram encontradas no local.
O corpo de Geovando foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavéricos. O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
A investigação segue em andamento para identificar os responsáveis por este ato de violência e as motivações por trás do crime.








